• Praias
      • Informações Básicas
        • Histórico
        • Critérios para classificação das praias
        • Balneabilidade
        • Programa de Monitoramento
        • Emissários Submarinos
        • Águas Afluentes às Praias
        • Florações de Microalgas Marinhas
      • Classificação Semanal por Município
      • Classificação Anual por Municípios
      • Resultados Microbiológicos semanais
      • Classificação Semanal por Município - Anos anteriores
        • 2001
        • 2002
        • 2003
        • 2004
        • 2005
        • 2006
        • 2007
        • 2008
        • 2009
        • 2010
        • 2011
        • 2012
      • Qualidade das Praias - Atual
        • Boletim Semanal
        • Mapa da qualidade
      • Publicações e Relatórios
      • Legislação
      • Perguntas Frequentes
    • Águas Superficiais
      • Águas Interiores
        • Informações Básicas
          • Ciclo da Água
          • Gestão da Água
            • Tipos de Água
            • Escassez da Água no Mundo
            • Histórico da Legislação Hídrica no Brasil
            • Reuso da Água
            • Declaração Universal dos Direitos da Água
          • Variáveis da Qualidade das Águas
          • Índice de Qualidade das Águas
        • Programa de Monitoramento
        • Qualidade das Águas Interiores - Índices
          • Qualificação Anual por UGHRI
        • Qualidade das Praias Interiores - Atual
          • Mapa de Qualidade
        • Qualidade das Praias Interiores - Evolução
          • Classificação Semanal
        • Legislação
        • Publicações e Relatórios
        • Perguntas Frequentes
      • Águas Costeiras
        • Informações Básicas
        • Programa de Monitoramento
        • Qualidade das Águas Costeiras
        • Legislação
    • Águas Subterrâneas
      • Informações Básicas
        • Importância
        • Hidrogeologia
        • Poluição das Águas Subterrâneas
        • Proteção da Qualidade
        • Gestão da Água Subterrânea
      • Programa de Monitoramento
        • Histórico
        • Objetivos
        • Rede de Qualidade
        • Rede de Qualidade e Quantidade
        • Consulta por Aquífero Monitorado
          • Bauru
          • Serra Geral
          • Guarani
          • Tubarão
          • Pré Cambriano (Cristalino)
          • Taubaté
          • São Paulo
      • Valores Orientadores
      • Legislação
      • Publicações e Relatórios
      • Solo
    • Proteção de Mananciais
      • Documentos Emitidos
      • Quem Deve Solicitar
      • Documentação Necessária
      • Residências Unifamiliares
      • Outras Atividades Licenciáveis
    • InfoÁGUAS
    • Qualidade do Ar
      • Informações Básicas
        • Histórico
        • Poluentes
        • Padrões e Índices
        • Redes de Monitoramento
          • Tipos de Rede
          • Configuração da Rede Automática
          • Configuração da Rede Manual
      • Qualidade do Ar
        • Mapa de Qualidade
          • Região Metropolitana de São Paulo
          • Interior e Litoral
        • Resumo da Última Hora
        • Dados Horários
        • Boletim Diário
        • Qualar
      • Publicações e Relatórios
    • Emissão Veicular
      • Introdução
      • Proconve
        • Introdução
        • Limites Máximos de Emissão Veícular
        • Limites Máximos de Emissão para Veículos Leves Comerciais Novos
        • Limites de emissões para veículos pesados (ciclo esc/elr)
        • Limites de emissões para veículos pesados (ciclo etc)
        • Limites de emissões (g/kwh) para veículos pesados
        • Datas de implantação dos novos limites de emissão
        • Fatores médios de emissão de veículos leves novos
      • Laboratório de Emissão Veícular
      • Combustível
      • Fumaça Preta
        • Introdução
        • Formulários para recursos
        • Empresas participantes do PMMVD
        • Como cadastrar sua empresa no PMMVD
      • Inspeção
      • PROMOT
        • Introdução
        • Limites de emissão para motocicletas e veículos similares novos
        • Limites de emissão para ciclomotores novos
        • Fatores de emissão de motocicletas (*)
      • Transporte Sustentável
      • Ruído
      • Homologação
      • Operação Inverno
      • Relatórios e Publicações
    • Informações Básicas
      • Solo
        • Definição
        • Propriedades
        • Sanilização
        • Poluição
      • Vegetação
        • Efeitos da Poluição
        • Bioindicadores
    • Programa de Monitoramento
      • Biomonitoramento
        • Fluoreto Gasoso
        • Ozônio Troposférico
        • Metais
        • Ensaio de Alongamento de Raízes
    • Qualidade do Solo
    • Valores Orientadores
    • Publicações e Relatórios
    • Águas Subterrâneas
    • Introdução
    • Resíduos Urbanos, de Serviços de Saúde e da Construção Civil
      • Introdução
      • Mapa de Destinação de Resíduos Urbanos
      • Publicações e Relatórios
    • Resíduos Industriais
      • Introdução
      • Reutilização de Resíduos
        • Areia de Fundição
    • Emergências Químicas
      • Apresentação
      • Área de Atuação
        • Equipe Técnica
        • Setor de Atendimento a Emergências
      • Aspectos Gerais
        • Perigos Associados às Substâncias Químicas
        • Toxicologia
        • Ações de Resposta
        • Simbologia
        • Fontes de Informação
        • Cursos e Eventos
        • Normas Regulamentadoras
      • Logística
      • Tipos de Acidentes
        • Dutos
        • Ferrovias
        • Indústrias de Armazenamentos
        • Postos de Combustíveis
        • Rodovias
        • Vazamento de Óleo
      • Estatísticas
      • Artigos e Documentos Técnicos
        • Manual de Gestão de Riscos Químicos
          • Português
          • Espanhol
        • Revista Meio Ambiente Industrial
        • Relatórios de Atendimento
        • Artigos
        • Teses e Dissertações
        • Ambientes Costeiros Contaminados por Óleo
        • GRE 2012
      • Manual de Produtos Químicos
      • Informações Toxicológicas
    • Análise de Risco Tecnológico
      • Apresentação
        • Introdução
        • Equipe Técnica
        • Legislação
      • Estudo da Análise de Risco
        • Conceito de Risco
        • Glossário
        • Histórico
        • Etapas
        • Norma CETESB P4.261
        • Curso
        • Referências
      • Documentos Técnicos
        • Dutos
        • Terminais marítimos
      • Links
      • Grandes Acidentes
    • Produção e Consumo Sustentáveis
      • Apresentação
      • Definições
      • Consumo Sustentável
      • PCS - Benefícios
      • Documentos
      • Sites Comentados
    • Laboratórios
      • Histórico
      • Quem Somos
      • Localização e Contatos
      • Serviços
        • Amostragem
        • Ensaios
        • Informações Toxicológicas
        • Tipos de Laboratórios
      • Controle de Qualidade
      • Publicações e Relatórios
        • Relatórios Técnicos
        • Relatórios de Qualidade
        • Produção Técnico-Científica
        • Manuais e Protocolos
      • Legislação
        • Estadual
        • Federal
      • Atendimento a Emergência
        • Florações de Microalgas Marinhas
        • Florações de Cianobactérias
        • Surtos de doenças de veiculação hídrica
      • Perguntas Frequentes
      • Mortandade de Peixes
    • Câmaras Ambientais
    • Biogás
    • Inventário GEE SP
    • Inventário GEE Empreendimentos
    • Proclima
    • Prozonesp
    • Registro GEE SP
    • Envio de Inventário Corporativo

CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

    • Histórico

    • A Nova CETESB

    • Apresentação
    • Perguntas Frequentes
    • Vídeo
    • Planejamento Estratégico

    • Balanços

    • Cursos e Treinanentos

    • Leis e Decretos

    • Agências da CETESB

    • Ouvidoria

    • Meio Ambiente

    • Organograma

    • Câmaras Ambientais

    • Apresentação
    • CAs em Atividade
    • Regimento Interno
    • Notícias
    • GT - Revisão padrões de qualidade do ar
    • Principais Produtos
    • Código de Ética e Conduta Profissional

    • TISS - Troca de Informação em Saúde Suplementar

    • Descentralização da Gestão Ambiental

    • Plano de Assistência Médico Hospitalar

    • Portal do PAMH - CETESB

    • Acesso Restrito

    • Publicações e Relatórios

    • Químicos da CETESB

    • Licenciamento Ambiental

    • Cadastro de Aviculturas

    • Cadastro de Suinoculturas

    • Cartilhas

    • Dúvidas sobre o Licenciamento Ambiental

    • Dúvidas sobre o preenchimento do MCE

    • Dúvidas sobre o Portal de Licenciamento Ambiental - PLA

    • Biblioteca

    • Normas Técnicas CETESB

    • Publicações e Relatórios

    • Cursos e Treinamentos

    • Fumaça Preta - Recursos

    • Parcelamento de Multas

    • Documentos Emitidos

    • Venda de Produtos

    • Financiamento

    • Fehidro

    • PROCOP

    • Notícias

    • Clipping

    • Licitações

    • Concurso Público

    • Estágio na CETESB

    • CONSEMA

    • Eventos

    • Cursos e Treinamentos

    • Fale Conosco

    • Agências da CETESB

    • Agendamento de Visitas

Reuso de água

Reuso de água

A reutilização ou o reuso de água ou o uso de águas residuárias não é um conceito novo e tem sido praticado em todo o mundo há muitos anos.

Existem relatos de sua prática na Grécia Antiga, com a disposição de esgotos e sua utilização na irrigação. No entanto, a demanda crescente por água tem feito do reuso planejado da água um tema atual e de grande importância.

Neste sentido, deve-se considerar o reuso de água como parte de uma atividade mais abrangente que é o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle de perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água.

Dentro dessa ótica, os esgotos tratados têm um papel fundamental no planejamento e na gestão sustentável dos recursos hídricos como um substituto para o uso de águas destinadas a fins agrícolas e de irrigação, entre outros.

Ao liberar as fontes de água de boa qualidade para abastecimento público e outros usos prioritários, o uso de esgotos contribui para a conservação dos recursos e acrescenta uma dimensão econômica ao planejamento dos recursos hídricos. O reuso reduz a demanda sobre os mananciais de água devido à substituição da água potável por uma água de qualidade inferior. Essa prática, atualmente muito discutida, posta em evidência e já utilizada em alguns países é baseada no conceito de substituição de mananciais. Tal substituição é possível em função da qualidade requerida para um uso específico.

Dessa forma, grandes volumes de água potável podem ser poupados pelo reuso quando se utiliza água de qualidade inferior (geralmente efluentes pós-tratados) para atendimento das finalidades que podem prescindir desse recurso dentro dos padrões de potabilidade.

Tipos de Reuso
A reutilização de água pode ser direta ou indireta, decorrentes de ações planejadas ou não:
Reuso indireto não planejado da água: ocorre quando a água, utilizada em alguma atividade humana, é descarregada no meio ambiente e novamente utilizada a jusante, em sua forma diluída, de maneira não intencional e não controlada. Caminhando até o ponto de captação para o novo usuário, a mesma está sujeita às ações naturais do ciclo hidrológico (diluição, autodepuração).

Reuso indireto planejado da água: ocorre quando os efluentes, depois de tratados, são descarregados de forma planejada nos corpos de águas superficiais ou subterrâneas, para serem utilizadas a jusante, de maneira controlada, no atendimento de algum uso benéfico.

O reuso indireto planejado da água pressupõe que exista também um controle sobre as eventuais novas descargas de efluentes no caminho, garantindo assim que o efluente tratado estará sujeito apenas a misturas com outros efluentes que também atendam ao requisito de qualidade do reuso objetivado.

Reuso direto planejado das águas: ocorre quando os efluentes, após tratados, são encaminhados diretamente de seu ponto de descarga até o local do reuso, não sendo descarregados no meio ambiente. É o caso com maior ocorrência, destinando-se a uso em indústria ou irrigação.

Aplicações da Água Reciclada
Irrigação paisagística: parques, cemitérios, campos de golfe, faixas de domínio de auto-estradas, campus universitários, cinturões verdes, gramados residenciais.

Irrigação de campos para cultivos: plantio de forrageiras, plantas fibrosas e de grãos, plantas alimentícias, viveiros de plantas ornamentais, proteção contra geadas.

Usos industriais: refrigeração, alimentação de caldeiras, água de processamento.

Recarga de aqüíferos: recarga de aqüíferos potáveis, controle de intrusão marinha, controle de recalques de subsolo.

Usos urbanos não-potáveis: irrigação paisagística, combate ao fogo, descarga de vasos sanitários, sistemas de ar condicionado, lavagem de veículos, lavagem de ruas e pontos de ônibus, etc.

Finalidades ambientais: aumento de vazão em cursos de água, aplicação em pântanos, terras alagadas, indústrias de pesca.

Usos diversos: aqüicultura, construções, controle de poeira, dessedentação de animais.

Aproveitamento de Águas de Chuva
As águas de chuva são encaradas pela legislação brasileira hoje como esgoto, pois ela usualmente vai dos telhados, e dos pisos para as bocas de lobo aonde, como "solvente universal", vai carreando todo tipo de impurezas, dissolvidas, suspensas, ou Simplesmente arrastadas mecanicamente, para um córrego que vai acabar dando num rio que por sua vez vai acabar suprindo uma captação para Tratamento de Água Potável. Claro que essa água sofreu um processo natural de diluição e autodepuração, ao longo de seu percurso hídrico, nem sempre suficiente para realmente depurá-la.

Uma pesquisa da Universidade da Malásia deixou claro que após o início da chuva, somente as primeiras águas carreiam ácidos, microorganismos, e outros poluentes atmosféricos, sendo que normalmente pouco tempo após a mesma já adquire características de água destilada, que pode ser coletada em reservatórios fechados.

Para uso humano, inclusive para como água potável, deve sofrer evidentemente filtração e cloração, o que pode ser feito com equipamento barato e simplíssimo, tipo Clorador Embrapa ou Clorador tipo Venturi automático. Em resumo, a água de chuva sofre uma destilação natural muito eficiente e gratuita.

Esta utilização é especialmente indicada para o ambiente rural, chácaras, condomínios e indústrias. O custo baixíssimo da água nas cidades, pelo menos para residências, inviabiliza qualquer aproveitamento econômico da água de chuva para beber. Já para Indústrias, onde a água é bem mais cara, é usualmente viável sim esse uso.

O Semi árido Nordestino tem projetos onde a competência e persistência combatem o usual imobilismo do ser humano, com a construção de cisternas para água de beber para seus habitantes.

 
 



Página Inicial                Voltar

  • Institucional
  • Licenciamento
  • Notícias
  • Biblioteca
  • Cursos e Treinamentos
  • Licitações
  • Água
  • Ar
  • Solo
  • Gerenciamento de Riscos
  • Tecnologia Ambiental
  • Mudanças Climáticas
  • Outros Sites ambientais
  • Expediente
  • CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo | 1996 - 2013 |
  • Av. Prof. Frederico Hermann Jr.,345 - PABX: 11 3133.3000

  • Este site é melhor visualizado em Internet Explorer 7 ou superior